|   Jornal da Ordem Edição 3.109 - Editado em Porto Alegre em 17.08.2018 pelo Departamento de Comunicação Social da OAB/RS
|   Art. 133 - O advogado é indispensável à administração da justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei. Constituição Federal, 1988
NOTÍCIA

26.11.07  |  Perfil   

Rodolfo Carrion Lopes Almeida

O advogado Rodolfo Carrion Lopes Almeida é natural de Porto Alegre, e exerce a profissão há 33 anos. Atua na área cível, de direito de família, direito comercial e bancário.Da família Carrion herdou o gosto pela direito, tendo vários parentes atuantes na área. 

Se eleito desembargador o que mais lhe faria falta na advocacia seria o convívio permanente com os colegas. Acredita ser o desembargador oriundo do quinto um representante da experiência da advocacia que deve ser levada ao tribunal. 

Abaixo a opinião de Carrion a respeito de temas relacionados à advocacia.

Férias Forenses: Sobre a recente decisão do TJ-RS que a pedido da OAB/RS acatou a decisão de 20 dias de recesso, Carrion assim se manifestou: "É melhor esse período do que nada, mas não penso que a época dos feriados, do natal, seja a melhor época. O mais indicado seria o mês de janeiro ou fevereiro. Um período de 30 dias seria o ideal".

Honorários advocatícios: "O advogado provê suas necessidades dos honorários. Eles são imprescindíveis, e uma vez que estamos caminhando para a digitalização dos processos, a dispensa de documentação, a não ser as necessárias, claro, o advogado precisa de meios, como scanner, fax, bons computadores, enfim, para que o judiciário possa se aprimorar também. Além disto, no aspecto profissional do advogado tem que haver verba sucumbêncial adequada, porque uma vez que o profissional está assistindo alguém, que tem um direito ou pretensão que está sendo resistida por outrem, nada mais justo do que quem criou essa resistência, responder por ela, se legitimada for. Entendo convictamente que os honorários não devem ser menores que 10%".
 
Compromissos que antecipadamente já se compromete a assumir com a classe advocatícia, caso venha a ser eleito desembargador: "entendo que o advogado oriundo do Quinto interprete permanente o papel de interlocutor da advocacia, e da classe dos advogados no tribunal, levando suas necessidade para que o tribunal as avalie. Compreendo que o juiz e o advogado são parceiros na mesma jornada, com atribuições diferentes, mas em busca da pacificação dos litígios da sociedade e da preservação do estado de direito."

Rodney Silva
Jornalista - MTB 14.759

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