|   Jornal da Ordem Edição 3.128 - Editado em Porto Alegre em 14.12.2018 pelo Departamento de Comunicação Social da OAB/RS
|   Art. 133 - O advogado é indispensável à administração da justiça, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão, nos limites da lei. Constituição Federal, 1988
NOTÍCIA

27.08.07  |  Perfil   

O Exame de Ordem privilegia a Advocacia séria” - Carlos Alberto de Oliveira

Por Juliana Jeziorny,
da redação do
Jornal da Ordem

Nascido em Santa Rosa, no dia 18 de setembro de 1955, Carlos Alberto de Oliveira veio para Porto Alegre com 17 anos de idade, e logo começou a cursar a Faculdade de Direito na Unisinos.

Sua escolha pela Advocacia veio naturalmente, pois seu pai era promotor de justiça. “Convivi a infância toda com o meio jurídico através da profissão do meu pai, e recebi uma influência muito forte deste convívio com ele, juízes e promotores”, afirma.

Durante a faculdade, estagiou no Ministério Público, e assim que se formou , em 1982, montou seu próprio escritório e começou a advogar. Fez cursos como MBA, especializando-se em gestão empresarial e em processo civil, e também é pós-graduado em Administração e Direito. Atualmente é presidente da Comissão de Estágio e Exame de Ordem, e há 10 anos assumiu a Advocacia do Banco do Brasil, onde é chefe do jurídico no RS; também trabalhou como professor de Processo Civil II, na Unisinos.

Em 1997 Carlos Alberto atuou na banca de Direito Processual Civil como examinador do Exame da Ordem, e desde 2004 é presidente da comissão.

“O que me chama atenção é que o Exame de Ordem conjuga algumas circunstâncias interessantes, é um instrumento que afere a condição de bacharel em Direito para exercer o exercício da Advocacia que é a maior atividade jurídica por excelência, então isso nos traz uma enorme responsabilidade em relação à elaboração de uma boa prova, de um bom instrumento avaliativo, pois é um trabalho que gabarita e qualifica os profissionais” avalia.
 
Como coordenador do exame da Ordem, trabalha com as bancas examinadoras e as recursais, sempre procurando aperfeiçoar a prova, tornando-a um instrumento de maior qualificação. “Há muitos debates internos entre a comissão e as bancas examinadoras para uma constante melhora nas provas aplicadas.”
 
Carlos Alberto está visitando as faculdades de Direito do Estado do RS para debater o Exame da Ordem e suas questões. “Essa experiência está sendo muito importante, pois estou levando a visão da OAB/RS, buscando desmitificar, mostrar aos acadêmicos que eles têm que focar-se além da conclusão do curso”, analisa.

Para o advogado, a extinção do exame está totalmente na contramão do momento atual, pois há grande possibilidade que outras profissões passem a exigir uma credencial semelhante, já existindo um processo legislativo em andamento para que haja o mesmo, na medicina e odontologia. “O Exame de Ordem não  é um obstáculo para a atividade profissional, mas sim um exercício de competência legal dada à OAB. A avaliação privilegia a Advocacia séria, o interesse da cidadania e serve para que os cursos superiores possam mensurar a sua qualidade de ensino” - justifica.

Mas a sua vida não é só trabalho. Quando tem um tempo livre, Carlos Alberto de Oliveira gosta de viajar e ir ao cinema. “Eu gosto muito de trabalhar, mas também adoro me divertir e desenvolver atividades de lazer, como leitura. Também faço minhas caminhadas quase que diariamente” finaliza.
 

Rodney Silva
Jornalista - MTB 14.759

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