|   Jornal da Ordem Edição 2.945 - Editado em Porto Alegre em 17.11.2017 pelo Departamento de Comunicação Social da OAB/RS
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NOTÍCIA

01.11.17  |  Advocacia   

OAB/RS cria Comissão Especial da Verdade da Escravidão Negra no RS

O Conselho Pleno aprovou, em sessão ordinária da sexta-feira (27), a criação da Comissão Especial da Verdade da Escravidão Negra no RS (CVCEM). Antes, como uma Subcomissão Comissão de Direitos Humanos Sobral Pinto (CDH) da OAB/RS, a Ordem gaúcha definiu a alteração, seguindo as diretrizes do Conselho Federal da OAB, que possui a Comissão Nacional da Verdade da Escravidão Negra no Brasil.

A OAB/RS foi pioneira entre as seccionais do País, quando criou a atual Comissão da Verdade da Escravidão Negra da OAB/RS em 2015. Após a iniciativa da seccional gaúcha, as seccionais de Santa Catarina, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul também instalaram uma comissão nos respectivos estados.

O coordenador da CVCEM, Jorge Terra, reiterou a relevância do trabalho que vem sendo desenvolvido. Segundo ele, é um grande desafio recontar a história de uma parte do povo brasileiro com o fim de ser propositivo. “Esse trabalho que a OAB/RS vem realizando é uma iniciativa em que não há nenhum conteúdo político-partidário ou religioso, mas há uma visão de cidadania. A Ordem gaúcha é um local onde as pessoas com diferentes ideias, formações e visões podem se reunir e chegar a consensos e diminuir dissensos, e é esse o trabalho que a comissão vem realizando”, destacou.

“O fato de a Subcomissão da Verdade Sobre a Escravidão Negra agora ser uma comissão autônoma efetiva é um espelhamento com a Comissão da Verdade do Conselho Federal da OAB. Por outro lado, também existe um aspecto simbólico muito grande para os membros, que por sinal, não são advogados, e também para os movimentos sociais com quem estamos tendo um contato mais próximo. O presidente da OAB/RS, Ricardo Breier; a presidente da Comissão de Direitos Humanos Sobral Pinto; Neusa Bastos, e todo o Conselho Pleno da Ordem gaúcha tiveram uma sensibilidade muito grande ao tomarem essa decisão”, disse.

Fonte: OAB/RS

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